Yasser Arafat (1929-????)
Tudo começou a 23 de Outubro, quando é diagnosticada a Yasser Arafat, líder da Autoridade Palestiniana, uma forte gripe. A partir desse momento cria-se uma rede de rumores e de informações contraditórias, agravada com a sua transferência para Villacoublay, nos arredores de Paris.
No dia seguinte à sua entrada no Hospital Militar de Percy, é lançado pela CNN, cadeia de televisão norte-americana, o diagnóstico de leucemia. Porém, tal afirmação é rapidamente desmentida pelos líderes palestinianos. Dias depois, aquando da sua transferência para os cuidados intensivos, estes são forçados a admitir que a vida de Arafat corre “perigo imediato”.
A 5 de Novembro noticia-se a sua morte cerebral, sendo horas depois negada por médicos franceses que caracterizam o seu estado como “coma irreversível”. No mesmo dia, Leila Chahid, representante palestiniana em Paris, afirma acreditar numa recuperação do líder palestiniano. O Ministro dos Negócios estrangeiros francês, Michael Barnier decide intervir e declara que “Arafat está vivo, mas num estado de saúde considerado “muito grave”.
Tudo recomeça na madrugada de 8 para 9, quando é anunciado o agravamento do seu estado. De novo surgem rumores sobre a sua morte, e novamente estes são refutados, sendo assegurado por Nabil Chaath (ou Sha'ath, segundo o jornal Público), Ministro dos Negócios Estrangeiros, que “Yasser Arafat estava vivo, mas muito mal, o seu coma aprofundou-se devido a uma hemorragia cerebral, ocorrida durante a noite, (…) mas o seu coração, cérebro e pulmões continuam a funcionar “.
Após todas estes rumores e contradições, torna-se, de facto, extremamente difícil ter a certeza do que se passa em Paris, no momento. Contudo, segundo alguns dos meios de comunicação, o líder Palestiniano encontrava-se ainda “vivo ao início da madrugada de hoje”.
Mais não se pode saber, e não é certo que esta informação esteja absolutamente correcta, porém, perante o cenário existente, mais não se pode afirmar.

1 Comments:
Menos um terrorista no mundo!
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